— Mano...
— Ô mano!
— Mano!
— Cala boca viado...
— Cala boca o quê?
Os dois estava extremamente confusos, um querendo sobressair e cativar o interesse do terceiro com um chamamento mais alto do que o outro, apenas resultando na confusão daquele o qual o discurso deveria ser exposto. Acabaram por chamar a atenção indesejável por parte de seguranças que estavam na proximidade, quando perceberam, trataram de pôr fim àquela confusão.
— Ô, é o seguinte: Gabriela, tipo, esqueça ela.
O terceiro amigo fez uma cara de uma estranheza notável. Estava confuso e agora intrigado.
— Por que?
— Bem, é o seguinte...
— Deixe que eu explique seu...
Os outros dois recomeçaram a brigar entre si para ver quem tinha a melhor resposta ou, no caso, quem iria dar a resposta. Impacientemente, um deles acabou desistindo:
— Tá, tá, explique então espertão!
— Vá se... tipo, Gabriela, ela tem namorada, então nem sonhe.
— Como assim? Namorada?
— É, é... ela é homossexual e está comprometida. E ela é fiel, ou seja, até se você fosse mulher, esqueça.
— Arram, e apenas homossexual. Ou seja, ela não é bi não.
— Ma rapaz, me fodi.
— É, se fodeu.
Enquanto os dois amigos, em unissom, repetiam a situação que o terceiro encontrava-se, em meio a gargalhadas falsas e forçadas. Este último, então, percebeu que suas segundas intenções apenas permaneceriam meras intenções, irrealizáveis.
Comentários
No nosso colégio, essa cena é
No nosso colégio, essa cena é muito comum. Pobres meninos, rsrs...