O cidadão corre quase tropeçando,
em busca de salvar sua vida que
está prestes a abandoná-lo...
e com um estrondo de fuzil ele
tropeça para nunca mais levantar:
sua vida lhe deu o adeus final.
Agora o que está no chão não é
mais um cidadão e sim apenas
um defunto como tantos outros,
sem direitos a serem respeitados
e sem deveres a serem cumpridos.
Comentários
Bem...
Não sei o que comentar... Só estou deixando mesmo um comentário aqui para assegurar que li e senti seu poema.