O trânsito
De gente,
De veículos
É serviçal.
As luzes
Que mudam toda hora
São supremas...
Verde, Amarelo, Vermelho!
Pare!
O semáforo ordena.
E ele, inocente!
Nem sabe o ódio
Que tantos acumulam
Sobre si.
Até lhe darem olhos
E uma câmera
Fotográfica,
Para dedurar
Infratores.
Linhas azuis
Espaços brancos
De duas
Em duas
Em branco
Sem utilização
Virgem
A sua espera
Para grafitar
Canetar
Pintar
Ou dobrar
Fazer artes
Poesia, das letras
Pintura, das plásticas
Desenhos, das técnicas
Registrar momento
E informações
Tristes, felizes
Úteis, inúteis
Só não deixe
A derrubada
De árvores
Em vão
Fiz esse poema em um dia que não tinha nada muito interessante para fazer... já faz idéia do que deu né: